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Morada

autoria de Bruno C. da Cruz, em 28.06.05

 

 Não. Não sigas por aí sem mim, amor.
Não te desvies dos meus olhos, não.
Deixa que eu te proteja e te mostre
que podes viver comigo sem sentires
falta de nada que o mundo guarda lá fora.
Sim. Deixa-me guardar-te em mim, amor.
Deixa-te ser apenas minha, sim.
Deixa que eu te ame
como nunca antes alguém ousou fazê-lo.
Deixa que as minhas mãos te guardem
dos males que te perseguem.
Sim. Anda morar em mim, amor.

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publicado às 01:32


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