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Carneiro tosquiado

autoria de Bruno C. da Cruz, em 17.08.04
Tosquiei a minha vida e teci as lãs sujas que me perseguiam.
Vivo agora mais leve, até que a lã volte a crescer e aqueça de novo esta sorte de carneiro.

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publicado às 00:43


8 comentários

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De Anónimo a 17.08.2004 às 09:35

Olá. essa maneira de ver as coisas é interessante e trouxe-me à lembrança o tempo em que me ia confessar, era assim uma esépecie de catarse por me livrar da culpa, se bem que o sentido de culpa era diferente em mim e no confessor. Mas é isso que a igreja católica tem de bom, dá aos supostos pecadores uma nova oportunidade para pecar, com a certeza de depois de uma confissão ter a absolvição.
Hoje em dia não penso tanto na culpa, enm vejo como pecado aquilo de que me envergonhava de dizer, aos 13 anos timidamente a ter de responder à pergunta "Tocas-te?".Não me lembro se menti, agora para mim isso soa a absurdo, apenas.É claro que arranjamos sempre rituais de purificação e renovação...A tosquia não é mais que isso, pois não?cristiana
(http://sapatosvermelhos.blogs.sapo.pt/)
(mailto:ccristiana@sapo.pt)

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