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Embriagado de amor

autoria de Bruno C. da Cruz, em 22.08.04

A inspiração nasce do momento em que te penso e bebo as tuas memórias, de um copo fino, com pé, cheio. Bebo-te até ao fim sem medo da embriaguez. Bebo-te à exaustão sem tremuras na mão. E quando a tua garrafa acaba a inspiração pára até que uma nova garrafa tua se abra. E então eu penso-te, eu bebo-te, eu quero-te, e eu amo-te. 

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publicado às 00:01


1 comentário

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De Anónimo a 23.08.2004 às 15:25

Voltas ao mundo damos nós cada vez que acabamos uma dessas garrafas,não é=)?Nada melhor que sentidos toldados pelo turvar de visão e consciência na euforia dos silêncios que gritámos...desculpa,mas nestes dias a embriaguez tem sido forte demais...:Pdaniel
(http://gadelhabros.blogs.sapo.pt)
(mailto:minus_human5@hotmail.com)

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