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Embriagado de amor

autoria de Bruno C. da Cruz, em 22.08.04

A inspiração nasce do momento em que te penso e bebo as tuas memórias, de um copo fino, com pé, cheio. Bebo-te até ao fim sem medo da embriaguez. Bebo-te à exaustão sem tremuras na mão. E quando a tua garrafa acaba a inspiração pára até que uma nova garrafa tua se abra. E então eu penso-te, eu bebo-te, eu quero-te, e eu amo-te. 

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publicado às 00:01


1 comentário

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De Anónimo a 23.08.2004 às 18:29

P/ daniel: Lol mas essa embriaguez é saudavel... eu axo!o rapaz que pensava que o mundo era redondo
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(mailto:m@sapo.pt)

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